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04/10/2005
Rebaixamento de Jornalismo provoca protestos
 

O rebaixamento do Jornalismo de subárea da Comunicação para uma especialidade, divulgada dia 15 de setembro, provoca revolta em todo o campo. A mudança é inaceitável e deverá acarretar prejuízo ao desenvolvimento da pesquisa em Jornalismo com repercussão no ensino e também na prática profissional. As reações contrárias às modificações propostas por uma comissão especial formada por representantes do CNPq, da CAPES e FINEP vêm se multiplicando.

Veja abaixo Nota emitida pela Federação Nacional dos Jornalistas e Sindicatos de todo o País:

Em defesa do Jornalismo como subárea de conhecimento

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e os Sindicatos de Jornalistas de todo o país se associam ao repúdio do campo do Jornalismo em relação à nova Tabela das Áreas de Conhecimento proposta pela Comissão CNPq/CAPES/FINEP. E também manifestam sua total perplexidade pela retirada do Jornalismo como subárea da Comunicação, assim como de outras historicamente assim categorizadas: Cinema, Editoração, Rádio e Televisão.

Mais ainda pelo fato de o Jornalismo desaparecer totalmente da classificação como área ou subárea, embora seja uma antiga forma específica de conhecimento que, aliás, deu origem à área da Comunicação, tendo mais de quatro séculos de história e aproximadamente cem anos como campo profissional e também acadêmico .

Repudiamos tal proposta também por ter desconsiderado as sugestões consensuais das entidades do campo do Jornalismo encaminhadas à representante da área do CNPq, em reunião ocorrida em São Paulo, em maio último. A FENAJ e os Sindicatos foram consultados, acompanharam a discussão e expressaram total apoio às propostas do campo do Jornalismo.

Consideramos que ao vir no rastro de um ataque à regulamentação profissional do jornalista, pela retirada da obrigatoriedade de diploma em Curso Superior de Jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, a proposta de nova Tabela das Áreas de Conhecimento engrossa as tentativas de desconstituir e acabar com a identidade do campo do jornalismo. Um campo que tem uma função social central, tanto ao produzir conhecimento como quando se trata da formação/ensino e do exercício profissional.

A nova Tabela, se for confirmada, ameaça a identidade dos pesquisadores e professores de jornalismo assim como a extinção da obrigatoriedade do diploma destrói a identidade e organização dos jornalistas enquanto categoria profissional ao acabar com um dos principais pilares da sua regulamentação.

Por isso, a FENAJ e os Sindicatos conclamam os jornalistas a se aliarem a SBPJor – Sociedade Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo, Intercom- Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação e FNPJ- Fórum Nacional de Professores de Jornalismo na sua luta para resgatarem o Jornalismo como subárea da Comunicação. E convidam os pesquisadores e professores da Comunicação, especialmente os do Jornalismo, para que se juntem aos jornalistas na sua batalha em defesa da formação superior específica e da sua regulamentação profissional.

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