O Presidente da Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos do Rio Janeiro (ARFOC), Alberto Jacob, defendeu em entrevista à Revista Imprensa a necessidade do diploma para os jornalistas que trabalham com imagem. "A gente discute isso há mais de 10 anos. Hoje em dia é muito fácil tirar registro de repórter fotográfico e cinematográfico. Não queremos que haja precedente para que qualquer criminoso utilize o registro profissional para obter benesses", disse ele.
Jacob declarou estar "perplexo" com a histeria provocada pelas empresas por causa do projeto que atualiza a regulamentação profissional e mostrou-se surpreso com o desconhecimento de muitos "coleguinhas" da realidade do mercado. "Por exemplo, a questão da regulamentação da função de assessor de imprensa. Não existe nenhuma lei que determine que essa profissão seja de exclusividade dos profissionais de Relações Públicas. O que existe é uma auto-resolução do Conselho Federal de Relações Públicas que diz isso, ou seja, não é lei", explicou o Presidente da Arfoc/Rio. Veja AQUI a íntegra da entrevista realizada pelo repórter James Cimino.
Fonte: FENAJ