Para apoiar o esforço de incrementar o consumo humano de derivados de milho, a Associação Brasileira das Indústrias do Milho - Abimilho acaba de lançar o II Prêmio Abimilho de Jornalismo, que vai distinguir as melhores reportagens sobre o consumo humano de milho nas categorias "Impresso", "Rádio" e "Televisão". As matérias vencedoras em cada categoria serão contempladas com prêmio de R$ 7.000,00.
As iniciativas reforçam as ações da campanha "Milho É Melhor", de âmbito nacional, baseada na veiculação de anúncios em publicações dirigidas, atividades educativas com alunos da rede pública e cursos para professores e nutricionistas.
"O espaço para crescimento é enorme. Nos Estados Unidos, só o consumo de flocos de milho, contidos nos chamados cereais matinais, é de 5,8 quilos per capita, bem acima da média brasileira, que não chega a 100 gramas por habitante". afirma César Borges de Souza, presidente da Abimilho.
Para a Abimilho, o incentivo ao consumo humano de milho é uma das mais eficientes iniciativas para corrigir o problema da desnutrição, que acomete grande parcela da população brasileira. O milho, afinal é um cereal de elevado valor energético - justamente a principal deficiência nutricional da população brasileira de baixa renda, pois o cereal é rico em vitaminas, sais minerais e sua farinha tem valor protéico equivalente ao da farinha de trigo.
A indústria do milho processa 10% da produção nacional e movimenta cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, respondendo por 3.350 empregos diretos e 30 mil empregos indiretos. Os principais produtos processados pela indústria do milho são canjicas, farinhas, flocos, farinhas pré-cozidas, óleo refinado, amido, xaropes de glucose e dextrose, além de derivados de uso industrial utilizados pelas indústrias de bebidas, papel e celulose, têxtil e medicamentos, dentre outras.
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