O repórter fotográfico peruano Jaime Rázuri, libertado ontem (07), após seis dias de seqüestro em Gaza, disse à Agências Internacionais que enquanto durou seu cativeiro "a única idéia que tinha é a de que enquanto estivesse vivo manteria a esperança". Junto a esse pensamento, havia outro que o "entristecia": "pensar na tristeza que (o seqüestro) estava gerando em minha família".

O fotógrafo afirmou não ter "a menor idéia" de quem estava por trás do seqüestro, mas diz que foi bem tratado em cativeiro.
"Fui bem tratado, não estava em um hotel cinco estrelas, mas cuidaram de mim", disse o fotógrafo que trabalha para a agência de notícias francesa France Presse.
O fotógrafo, que se tornou o primeiro latino-americano seqüestrado em Gaza, tomou conhecimento de todos as manifestações de solidariedade, sobretudo entre os colegas da América Latina. "Desde que saí me dei conta dos movimentos que houve", assinalou.