Na última sexta-feira (12), mais um jornalista foi assassinado no Iraque. Khoudr Younes al-Obaidi, que trabalhava no jornal Al-Diwan, foi o segundo colega morto este ano no páis. Ele foi atacado quando seguia a pé numa rua de Mossul, no norte do país. Oito dias antes foi encontrado o corpo de Ahmed Hadi Naji, repórter cinematográfico free-lancer da Associated Press, com perfuração de bala.
As duas mortes elevaram para 141 o número de jornalistas mortos, desde o início da guerra em março de 2003, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras. Os números do Comitê para Proteção de Jornalistas, são diferentes. Segundo eles, desde março de 2003, registou-se o assassinato de 93 jornalistas e de 37 trabalhadores do setor. De qualquer forma, os números são elevadíssimos e transformam o Iraque no lugar mais perigoso para o exercício do Jornalismo.
Fonte: CPJ e RSF