A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) divulgou seu relatório anual dos assassinatos e mortes acidentais de jornalistas no ano de 2006. O balanço registra o assassinato de 155 trabalhadores de veículos de comunicação e a morte de outros 22, em resultado de acidentes durante o exercício da profissão. O Brasil tem cinco nomes na lista:
Assassinados
José Késsio - radialista da Amambay FM
Manuel Paulino da Silva - Editor do Hoje Jornal Newspaper
Ajuricaba Monassa de Paula - freelance filiado à ABI
Mortos em acidentes
Osman de Oliveira e Francisco Alves de Oliveira - colegas da Radiobrás que faleceram no acidente aéreo da Gol, em outubro, quando retornavam de uma inspeção de uma rádio.
O número de mortos em 2006 constitui um novo recorde, confirmando que o exercício do jornalismo é cada vez mais perigoso, "em parte devido à impunidade de que gozam os assassinos", afirmou a FIJ.
O país onde se registou maior número de vítimas foi o Iraque, onde morreram 68 profissionais. Desde a invasão do país, em março de 2003, já foram mortos 170 jornalistas.
Em 2005, o número de profissionais mortos apurado pela FIJ foi de 154. Para acessar o relatório pormenorizado em inglês, sobre as condições dos assassinatos e dos acidentes, clique aqui.
Fonte: FIJ