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31/05/2007
Eleições FENAJ: ampliação do mercado de trabalho em debate
 

O Jornalista encaminhou dez perguntas às duas chapas que disputarão as próximas eleições da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). As perguntas enviadas à Chapa 1 - “Orgulho de ser FENAJ e Chapa 2 – “Luta FENAJ, versam sobre a obrigatoriedade do diploma, precarização, diferenças entre as duas concorrentes, violência contra jornalistas, Conselho Federal de Jornalismo, estágio, ampliação do mercado de trabalho, setor público, postura em relação ao governo Lula e à chapa adversária.

A sétima pergunta versou sobre o ampliação do mercado de trabalho.

Pergunta 7 - Quais as propostas da Chapa para ampliar o mercado de trabalho para os jornalistas?

Resposta da Chapa 1 - “Orgulho de ser FENAJ”

Nos últimos anos houve uma grande redução do número de postos de trabalho para os jornalistas nas grandes empresas de comunicação, com o enxugamento das redações. Em contrapartida, novos postos foram abertos em novos mercados, como sites especializados, e em mercados consolidados, como as assessorias de imprensa.

Para ampliar o mercado de trabalho, a chapa Orgulho de ser FENAJ defende medidas macro-estruturantes e medidas trabalhistas. Entre as medidas macro, estão a democratização dos meios de comunicação e a regionalização da produção cultural e jornalísticas dos meios de comunicação eletrônicos, prevista na Constituição e não respeitada pelas empresas. Maior número de veículos de comunicação significa mais empregos, pluralidade e diversidade de opiniões. Produções regionais e locais significam mais empregos e produção de informação de maior interesse para a sociedade.

Quanto às medidas trabalhistas, vamos desencadear campanhas pelo respeito à jornada de trabalho fixada (cinco ou sete horas nos casos dos contratos especiais). São inúmeros os casos de jornalistas que trabalham 10, 12 horas por dia. Além de perder sua qualidade de vida, esses profissionais contribuem para a redução do número de postos de trabalho, mesmo não tendo a intenção de fazê-lo.

Resposta da Chapa 2 – “Luta FENAJ”

Consideramos que a existência de um oligopólio dos meios de comunicação em nosso país — ou seja, a concentração da propriedade das principais emissoras de TV e rádio e dos principais jornais e revistas nas mãos de uma dezena de grupos empresariais, articulados a monopólios regionais — provoca redução de postos de trabalho e superexploração da mão-de-obra, gerando concorrência entre os próprios jornalistas e condições de trabalho que atentam contra a dignidade da nossa categoria.

Portanto, a Fenaj deve ser protagonista em todas as iniciativas que se proponham a combater este oligopólio, cuja existência é, diga-se, proibida pela Constituição Federal. A “sinergia” propagandeada por estes grandes grupos empresariais é inimiga dos jornalistas, pois rouba-lhes empregos e direitos autorais.

Por outro lado, a Fenaj precisa empenhar-se na defesa da expansão e da qualificação da mídia pública. Isso envolve exigir do poder público a criação ou expansão de emissoras educativas, legislativas, universitárias e comunitárias, capazes de gerar empregos e de propiciar informação plural e regionalizada.

Finalmente, há que chamar atenção para a situação econômica do nosso país: a geração massiva de empregos depende — inclusive no setor de comunicação social — de uma outra política econômica, que se liberte das amarras impostas pelo receituário neoliberal. Em outras palavras: é preciso romper com o modelo econômico implantado pelo governo FHC e mantido, até agora, pelo governo Lula.

Como afirmamos em nosso Programa, a política de juros altos e produção de “superávit primário”, visando pagar os escorchantes juros da dívida pública, beneficia apenas o sistema financeiro internacional e nacional, que experimenta lucros exorbitantes na última década. Para combater o desemprego na medida necessária, o Brasil precisa crescer bem acima de 5% ao ano.

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